1 de jul. de 2011


 CÁRCERE
Malgrado meu
Dá, meu Deus, que eu possa amar
Torna-se afortunosa a minha alma
Sinto medo, sinto ódio
Dá, meu Deus, que eu possa amar
Malgrado meu
Não entendi, roubei e matei
Pensei não haver diferença
Entre roubar e expropriar
Malgrado meu!

Autor Lúcio Farias



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